segunda-feira, 23 de junho de 2008


União das Religiões


Em junho de 2000 foi fundada “silenciosamente” por uma assembléia global extraordinária a URI (United Religions Initiative), em português (Iniciativa das Religiões Unidas), uma organização mundial atuante que tem como fundamentos, segundo a sua carta promover um diálogo e cooperação entre as fés, eliminar a violência de motivação religiosa criando culturas de paz, justiça e cura para a Terra e todos os seus seres vivos; iniciando assim uma nova era de convergência ao ecumenismo.
Quando se fala em ecumenismo não se trata de unificar todas as religiões e formar uma só, mas em abrir um intercâmbio pacífico dessa convergência, esquecendo assim as divergências, o que vem a ser o caminho para a realização do mais sublime ensinamento deixados pelo Mestre Jesus “Amai-vos uns aos outros”, incondicionalmente; é sabido hoje em dia que a unidade política global nunca será alcançada sem o fim dos conflitos de ordem religiosa, acompanhamos o Papa João Paulo II e o seu empenho nesse sentido, a igreja católica já instituía esse diálogo desde o Papa João XXIII.
A Doutrina Espírita desde a sua codificação por Allan Kardeck tem como principal pilar a caridade (fora da caridade não há salvação), levando através de seus ensinamentos trazidos pela espiritualidade maior o conhecimento de que a religião não salva a ninguém, que o aperfeiçoamento moral do homem, com a reencarnação, o amor, são as bases para evolução espiritual. O esforço por melhorar-se a cada dia, o respeito pelas religiões, pela fé constitui o caráter do verdadeiro espírita, estando assim em perfeita sintonia com os ideais dessa união que representa mais um passo dado ao limiar de uma nova era, em que o nosso planeta deixará o atual estágio de provas e expiações, passando para a fase de regeneração.

3 comentários:

Elizabeth Carvalho da cruz disse...

Acho que um dos mandanmentos do cristianismo que deveria ser adotados por todos, é: "Amar ao próximo como a ti mesmo", esse mandamento resume todos os outros, pois o que não gostamos para nós mesmo não desejamos ao próximo.
abraço

CARLOS PEREIRA disse...

Olá Bete,

Grato pelo seu comentário, sim esse é também um dos grandes pilares da doutrina: "Não fazer ao próximo o que não gostaríamos que fizessem a nós mesmos", o que resume o sentido da palavra caridade (amor), todo o bem que fizermos ao próximo se reverterá para nós mesmos em bençãos de luz,assim como todo mal nos levará a processos de reajustes.

Paz e Luz,

Marrogo disse...

Também apoio totalmente essa opinião pois um dia todas as ovelhas se unirão. http://ovelhasunidas.blogspot.com/

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