segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Lourival Lopes “Vivendo com Otimismo”

Lourival Lopes fala da difusão na internet do seu programa de rádio, “Vivendo com Otimismo”, apresentado ao lado da psicóloga Edith Piccioni. Na oportunidade, o nosso homenageado faz uma explanação da importância e da influência da rede mundial para a humanidade e do seu trabalho que atualmente é transmitido por centenas de rádios no Brasil.

sábado, 17 de agosto de 2019

O Seu Abraço

O seu abraço é especial para a outra pessoa e para você.

Conceda-o com alegria.

O abraço, como o sorriso, transmite força, esperança, paz.

Ele quebra o frio do coração, a tristeza oculta da alma, os desalentos.

Leva tranquilidade a quem está afoito, força para quem está débil, afago para o carente.

No abraço você se estende, comunica-se, abre-se, vibra e faz grande bem, até sem perceber.

Se não puder abraçar, transmita um bom pensamento para quem está a sua frente.

Quem abraça com fé boa pessoa é.

Lourival Lopes

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

A Sabedoria da Vida


Veja a sabedoria da Vida.

Sinta-a à sua volta. O sol, maravilhoso, brilhando constantemente.

A água, bendita, a expandir higiene e saúde. O ar, puro, oxigenando o ambiente. As árvores, amigas, frutificando. Tudo é sabedoria.

Nada do que existe surgiu por acaso. Deus, uma inteligência profunda e amorosa, criou tudo.

Identifique esta fonte de Vida.

Procure-a. Faça parte do seu dia-a-dia a busca desse conhecimento. Não via mecanicamente.

Compreender o mecanismo da Vida é exercício de crescimento espiritual.

Lourival Lopes, do livro Gotas de Esperança

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Conquistar a Paz


A tua paz é como o orvalho que cai no silêncio da noite.

Em calma, o de que precisas chega e te traz um bem-estar sem limites. Na tranquilidade, vestes a roupa da espiritualidade com que te apresentas mais adiante.

Tens grande valor íntimo. Por isso, acalma-te, guarda a paz e deixa ao tempo o que é dele fazer, sem te preocupares em ser maior estrela e maior fulgor.

Revestes de humildade, faze todo bem que possas e segue em frente. Com a boa vontade, constróis a ti mesmo e eliminas as imperfeições.

A paz é um grande bem.

A paz é de todos; dorme em uns e vibra nos que lhe dão atenção.

Lourival Lopes, do livro Ânimo.

domingo, 11 de agosto de 2019

Mensagem pelo Dia dos Pais


A Força de um Pai


Lembro-me em minha infância
Quando o procurava como a um herói
E no labor você estava para prover o pão
E nos fortalecer o futuro, pela educação.
Mas, lembro-me também que em suas horas vagas
Cá estavas, parceiro nas algazarras de criança,
No apoio e no cuidado... braços fortes a me ofertar proteção.

Mais tarde a juventude...,
buscava lê-lo como um grande manual
Fixando os seus exemplos, firmando o meu caráter
E lá também estava a sua força moral como espelho a me impulsionar nas diretrizes do bem.

Hoje adulto aqui estou, a ver-te como a um mestre
Que com seus cabelos agrisalhados
E já nem tão provido de vigor físico
Emana a sabedoria de uma alma experiente,
Donde colho e guardo as mais preciosas lições.

A minha gratidão ao meu pai,
Que Deus lhe cubra de Saúde, Paz e Alegria!
E a todos os pais, uma constante benção de felicidades pelo dia.

É a mensagem de Carlos Pereira – Manancial de Luz

sábado, 10 de agosto de 2019

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Ondas Positivas


Os pensamentos voltam, como as ondas do mar.

Às vezes, não queres tratar de assuntos tristes, mas, sem saber como, deles estás ocupando-te; não queres fazer mau conceito de outras pessoas, no entanto, sem que percebas, assim estás procedendo; não queres esperar um mau dia, um mau futuro, porém, sem aviso, maldizes o destino; não queres brigar com o mundo, entretanto, sem esperar, jogas-lhe palavras ferozes; não queres te esquecer de Deus, todavia, quando vês, já O deixastes de lado.

Cria ondas positivas.

Os pensamentos vão e vem. E, se encontram lugar, viram hábitos.

Cuida dos teus pensamentos e não dá lugar aos destrutivos.

As ondas positivas beneficiam-te tempo afora.

Lourival Lopes, do livro Sempre Alegre.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Amor na Prática


Na prática, o amor dá sempre certo.

É como a boa semente. Plantou, vingou, produziu fruto.

A energia do amor está plantada por Deus dentro de você. Tem todas as condições para germinar. Empregada corretamente, nunca falha.

Experimente. Ame. Plante o bem.

A lei de Deus opera infalivelmente.

Agir de acordo com a lei de Deus é encontrar o caminho da libertação e da paz.

Lourival Lopes

domingo, 4 de agosto de 2019

Sempre Lembrados: Lourival Lopes


Pensador, advogado, empresário, escritor e radialista.

Nasceu em Borrazópolis, Paraná, em 1937. Filho de dona Joana, paulista e pai paranaense, Zacarias.

Todos tiveram na juventude uma figura especial, que influenciou e transmitiu afeto e sabedoria. Alguém que mostrou dimensões mais profundas e ajudou a escolher caminhos com liberdade. Para o escritor Lourival Lopes, foi o avô paterno, José Martins da Silva. José era mineiro nascido em Cambuí, que, após breve parada no interior de São Paulo, firmou residência em Borrazópolis, arrabalde de Arapoti no Paraná. José era iletrado, nunca leu um livro. Apesar disso, por ser médium espírita, receitava remédios oralmente para uma vasta população que o procurava. Lourival foi profundo observador do avô que, mesmo sem saber ler, tinha ampla cultura geral atribuída a seu mundo espiritual. “A casa de meu avô vivia cheia de gente, apesar de não possuir estradas de acesso”. Dedicava-se a “aliviar a aflição das pessoas tomadas pelos maus espíritos, fazendo uma espécie de exorcismo”. Por isso era combatido por médicos e padres que não se conformavam com suas atividades mediúnicas.

Lourival herdou do avô o espírito caridoso para com o próximo. Nunca deixou alguém que o procurou sem auxílio, seja ele um amigo ou mesmo desconhecidos. Quando alguém solicita algo, corre para resolver.

Quando menino, não gostava de ler, apenas brincava muito, mesmo sem salientar-se nas brincadeiras. Seu irmão único, o Oliveira, esse sim era bom nas traquinagens. Enquanto ganhava bolinhas de gude nos jogos, Lourival perdia todas ao se aventurar a jogar.

No início da adolescência, Lourival desandou a ler. O pai comentava que ele gostava de corrigir o português das pessoas, ensinando-as a falar direito.

Cursou o ginásio em regime interno. Era o Colégio Cristo Rei, em Jacarezinho, escola tradicional pertencente a padres alemães. A disciplina era rígida e ele até pensou em seguir a carreira pastoral. Mais tarde, ao conhecer dona Vera, sua futura esposa, desistiu definitivamente da ideia.

Lourival Lopes acredita que a morte não é o fim de tudo. É uma passagem para outra dimensão. “A pessoa paga suas maldades numa outra esfera da existência. Mas não pense que fica por isso mesmo, muito pelo contrário, o ajuste de contas inicia aqui”.

Para ele, existem seres bem mais inteligentes que nós em outros lugares do universo. Vivem num plano praticamente mental.

“Na vida, quem vive desligado da materialidade, vive melhor”. Filosofa que as pessoas estão calcando as vidas numa felicidade futura e incerta. Lourival ensina que isto é uma insanidade que está se propagando indiscriminadamente. “Vivendo no futuro, esquecem de viver o presente.”

Em 1980, criou o seu próprio serviço voluntário, com a finalidade semelhante ao CVV, acrescentando a filosofia de que o plantonista deveria não somente ouvir, mas dialogar abertamente com quem consulta o serviço. Chamou-o de CEO – Central de Paz e Otimismo.

Numa sala de um edifício no Setor Comercial Sul de Brasília, funciona a CEO – Central de Paz e Otimismo, entidade por ele criada. Reformada, conta com antessala destinada a dois plantonistas e pequena biblioteca com livros de Chico Xavier, Divaldo Franco e outros espíritas.

Na sala principal, mais uma mesa de plantonista. Um aparelho telefônico, um recipiente de madeira contendo os 14 livrinhos de autoria própria, uma caneta e um bloco de papel para anotações completam os apetrechos. Há ainda em um canto deste segundo ambiente, uma mesa de reuniões, quatro cadeiras e um arquivo de aço. As paredes pintadas de azul transmitem tranquilidade ao local. O outro ambiente é composto de cozinha e banheiro onde são guardadas outras vinte cadeiras, empilhadas, que servem para acomodar os plantonistas nas confraternizações.

Lourival tem cinco filhos. Na gráfica trabalham dois deles e duas netas. A sala onde atende é de mobília simples. Sua mesa é antiga, bem usada. De frente à escrivaninha, há uma poltrona de vime e uma cadeira tipo “do papai”. Logo na entrada da sala, uma mesa de reuniões estilo de jantar com oito cadeiras. O ambiente lembra o de uma casa de família, o que caracteriza o estilo de vida deste homem que não usa roupa da moda. Veste calça e camisa social de mangas curtas. Sapatos pretos completam o aspecto sóbrio, mas jovial.

“Nas segundas, em torno de nove horas, meus filhos e eu fazemos uma prece para que tenhamos a semana plena de harmonia e paz”. Nas orações, Lourival fala diretamente com Deus. Agradece, pede, clama, pergunta, fala, dialoga. Termina com um sorriso. “Somos bons amigos, Ele tem me ajudado muito, aliás, sempre me ajudou, dá-me mais do que mereço.”

Além de ensinar os caminhos do bem por meio dos livros que escreve, Lourival pratica os ensinamentos em casa com os filhos e netos.

Para os filhos, sempre passou a palavra da resignação a Deus, “o Ser Superior” e a crença de que lá na frente as coisas entrarão nos eixos.

Lourival segue a doutrina espírita e a esposa, é católica. A diferença os une ainda mais, ela pratica catolicismo, frequenta a missa todo domingo e ele o espiritismo. Já comemoraram as bodas de ouro. Apesar das núpcias terem acontecido em Borrazópolis, a festa aconteceu entre seus filhos e netos nascidos na capital que os acolheu, Brasília.

Recarrega as baterias em Caldas Novas, Goiás, onde mantém duas casas simples conjugadas, com mobília modesta. Muitas camas e colchões demonstram que recebe muitas visitas, “não somente de familiares, mas também de amigos que me procuram”. Brasília representa uma carga muito grande de trabalho para este homem que já passou dos 70 anos. “Aqui (refere-se a Caldas Novas) recupero minhas energias e esfrio a cabeça do stress”.

Os livros de Lourival Lopes não tratam do mundo espírita, mesmo sendo praticante da doutrina. São destinados a promover o crescimento do mundo interior das pessoas, valorizando as situações do cotidiano. Defende que os sofrimentos são “parte de um crescimento pessoal para alcançar a paz e a harmonia com a vida e as pessoas.”

O público que “está acima do horizonte”, quer ler algo que lhe dê esperança. Num mundo que se despedaça em insanidades, descrenças, violências, desvios de conduta, desesperanças, há um público ávido a se agarrar em algo que chame à razão, talvez a fé. O que ainda existe nas lembranças do comportamento de pais e avós, há muito esquecido. Quer se apegar a valores que, mesmo não sendo palpáveis, sabe que lhe farão bem e acenarão para novos horizontes. Os livros de Lourival Lopes podem representar a luz de um Caminho Seguro de esperança e paz interior.

Fonte: Tassinari Linhares

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Especial do Mês

Lourival Lopes, o nosso homenageado do mês com o especial, “Lourival Lopes, Vida e Mensagens” é um renomado pensador e escritor espírita paranaense, autor de uma série de livros de bolsos com mensagens de “esperança, paz e otimismo” que são bastante conhecidos e difundidos dentro da doutrina. Suas obras já venderam cerca de três milhões de exemplares, número que não deixa nada a desejar frente a muitos acadêmicos. Dono de uma genuína simplicidade e carisma, Lourival não se preocupa em ser um Best-Seller e muito menos em promover noites de autógrafos. Segundo o escritor “distribuir amor” é o lema de quem se dedica a obras filantrópicas e trabalhos voluntários, “mas, só ama o próximo, aquele que sabe amar a si mesmo”.

A homenagem contará um pouco de sua vida e obra em nossas postagens do mês.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Alegre Evolução - GAN

A consciência de que somos seres espirituais em uma vivência material numa jornada evolutiva é a tônica da canção “Alegre Evolução” do grupo musical “GAN”, Grupo Arte Nascente. O grupo multi-artístico espírita de Goiânia-GO atua de forma voluntária desde 1988 no Brasil e exterior levando o seu trabalho para escolas, empresas, eventos e instituições religiosas com shows musicais, cênicos, cênicos-musicais, esquetes, bem como palestras e seminários.



Acompanhe a letra da canção:

Alegre Evolução


GAN

Quero dizer o quanto sou feliz
Quero agradecer tudo que eu sou
E me espalhar pelo universo
Quero fluir no que é divino

E encontrar aqueles que eu amo
Quero buscar onde estiverem
Seja na luz, na escuridão
Ligar de vez tudo que é bom

A minha alma leve segue
Pela amplidão
A minha mente sente a sua
Pede permissão
Deixa eu entrar no seu coração
Agora mesmo

Vou nessa alegre evolução
Depurando o coração
Sou um ser milenar viajando

segunda-feira, 29 de julho de 2019

No Cultivo do Bem

A cada um de nós compete uma tarefa específica, na difusão do bem.

Erga-se, para trabalhar, porque as tarefas são muitas e importantes, e poucos são os que têm consciência delas.

Ajude o mundo, para que o mundo possa ajudá-lo.

Estenda seus braços eficientes no cultivo do Bem, para que, quando os recolher, os traga cheios dos frutos abençoados da felicidade e do Amor.

Carlos Torres Pastorino

sábado, 27 de julho de 2019

Eu e a Fé


Fé que é sempre calma
Irmanada nas Leis da Natureza
Traz em si toda a certeza
De uma vida plena e nova

Fé que me esclarece e acrisola
Em minh ‘alma reside e vigora,
És fortaleza nas intempéries
E nas dores me consola.

Fé que burila o meu caminho
Contigo nunca estou sozinho
Sigo aprendendo e a crescer
Jesus como a Bússola na jornada
Deus como a Luz no meu viver.

Glauco

Por Carlos Pereira

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Eu vejo o Amor - Elizabete Lacerda

Esta é a poética e reflexiva canção, “Eu vejo o Amor”, composta por Alex José Gonçalves com melodia e voz da cantora e compositora espírita Elizabete Lacerda.



Acompanhe a letra da canção:


♫♪♫ EU VEJO O AMOR ♫♪♫


Elizabete Lacerda e Alex Gonçalves

Eu vejo o amor nas flores
No canto dos passarinhos
Nos olhos da humildade
Nas mãos que doam carinho

Eu vejo o amor na chuva
Na brisa leve do vento
Nas lembranças amorosas
Que brotam nos meus pensamentos

Eu vejo o amor nos bichos
No brilho do vagalume
Na caridade singela
No bem que exala perfume

Eu vejo o amor nas plantas
No coração da floresta
Na esperança que não se cansa
De fazer da vida uma festa

Eu vejo o amor no arco íris
Nas asas da borboleta
No Evangelho que ensina
Não dá pra fugir da colheita

Eu vejo o amor no sol
Na luz que me ilumina
Nos sonhos que me alimentam
Na fé que sempre me ensina

Eu vejo o amor na noite
Em cada estrela do céu
Na mansidão dos humildes
Tão doces como o mel

Eu vejo o amor na vida
Na semente que germina
No sorriso das crianças
Na prece que sempre me anima

Eu vejo o amor nas artes
Nas prosas e nas canções
Na calor de um abraço
Que aquece os corações

Eu vejo o amor no horizonte
Nas nuvens, na imensidão
Nas graças da indulgência
Nas bênçãos que vem do perdão

Na verdade eu descobri
Que é mais ou menos assim
O amor que vejo lá fora
É o amor que existe em mim
Na verdade eu descobri
Que é mais ou menos assim
O amor que vejo lá fora
É o amor que existe em mim

terça-feira, 23 de julho de 2019

Eu escolho a Paz


É lamentável constatarmos que a história das civilizações é quase que integralmente permeada por guerras e desentendimento. De tempos em tempos, a tênue linha que representa o equilíbrio e a cooperação entre os povos é severamente ameaçada – ou mesmo rompida – tolhendo de muitos as liberdades públicas conquistadas a duras penas e trazendo consigo nada mais do que angústia, dor e sofrimento.

Em nome de uma busca incontida pela manutenção das estruturas de poder e da defesa de um ideário no mais das vezes tolo e egoísta, nossos representantes põem em risco a vida e a incolumidade de centenas de milhares de pessoas inocentes chegando a ameaçar toda a vida na Terra.

Paralelamente, constatamos que a história particular de muitos de nós também costuma ser escrita a partir de conflitos, discussões e uma agressividade descomedida e desproporcional. Não é difícil percebermos que são essas cotidianas atitudes de dissensão que, somadas, fomentam essa mentalidade beligerante que por vezes parece imperar.

É preciso nos habituarmos a enxergar em cada instante de nosso dia-a-dia aquilo que nos faz semelhantes uns aos outros, não havendo sentido em seguirmos sempre enfatizando as diferenças. Também é sempre conveniente lembrarmos que, independentemente de nossa cultura ou posição geográfica, estamos todos de passagem pela Terra, visando fazer o máximo aprendizado possível para nos burilarmos.

Se ainda há em alguns de nós o predomínio das más tendências, isso apenas se deve ao seu grau de aperfeiçoamento ainda primário, e deve ser visto como uma oportunidade para a prática da comiseração pelos demais, nunca de revides ou mais provocações.

Não há sentido em continuarmos a nos digladiar pelos motivos mais simples. Não há mais espaço para pensarmos constantemente em guerras e conflitos. Urge a necessidade de que as pessoas de bem de um modo geral se comprometam e fazer um repensar constante na paz e nos meios de sua manutenção, extirpando de suas vidas qualquer espécie de pensamento agressivo.

Precisamos aprender a nos autoconhecer de uma forma tal que nos permita alcançarmos a serenidade típica daqueles que conseguem de fato enxergar a vida aos olhos do espírito. Ademais, também é conveniente nos convencermos de que só alcançaremos paz nas questões externas – seja nas de convívio com o próximo ou nas de Estado – se antes disso formos capazes de alcançar essa paz interior que, como dissemos, é peculiar aos que conseguiram compreender a vida em sua integralidade.

Aqueles que fizerem essa escolha consciente de serem firmes agentes disseminadores da paz servirão como faróis em meio à escuridão, pouco a pouco trazendo à lume os demais. As grandes transformações se operam a partir das pequenas atitudes individuais corajosamente tomadas por alguns que ousaram divergir do pensamento outrora dominante. Só assim conseguiremos suplantar essa visão belicista ora dominante.

Eu escolho a paz! E você?

Rodrigo Fontana França
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