quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Dentro de nós

Pelo dia de Francisco de Assis


Um pouco sobre esse grande Espírito que se fez pequeno entre nós para nos ensinar sobre a fé, a esperança e a caridade.

Francisco, “Il Poverello” de Assis e as Virtudes


“Il Poverello” praticou em todos os momentos o Evangelho do Mestre, dando de comer aos famintos, saciando os que tinham sede, hospedando os forasteiros, vestindo os nus, visitando os doentes e os presos (Mateus 25: 36). Vivenciou o amor em plenitude, obedecendo ao maior mandamento: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”, sabendo que toda a lei e os profetas estão contidos nesse mandamento (Mateus 22: 36-40).

Francisco, dentre as três virtudes: a fé, a esperança e a caridade, ressaltou a caridade como a mais excelente, ratificando o ensino de Paulo (1ª Carta aos Coríntios, 13: 13). Ninguém como ele, realmente testificou que “fora da caridade não há salvação” (“OESE”, nº15: 8). Na Parábola do Bom Samaritano, o Mestre, colocou de lado, na salvação, até o sacerdócio, citando um homem sem religiosidade, como afortunado, porque, humilde e caridoso, auxiliou o homem largado no caminho. Mesmo sem ser religioso, foi outorgado por Jesus como salvo, merecendo a denominação de verdadeiro cristão, porque pela ação da vontade fez o bem.

O “Santo de Assis”, de acordo com o Sermão do Monte (Mateus 5: 1-12), como pobre em espírito, tornou-se possuidor do Reino dos Céus; consolou os aflitos de todos os matizes; manso por excelência, com capacidade ampla de herdar a Terra; satisfeito por ter fome e sede de justiça; feliz por ser misericordioso, puro de coração e promovedor da paz. Todos os insultos recebidos, as calúnias arremessadas e as perseguições sofridas, por causa do trabalho com o Mestre, faziam dele um autêntico cristão, merecendo a devida recompensa na dimensão espiritual.

Algumas fontes mediúnicas fazem menção de ter sido Francisco, em pretérita reencarnação, o apóstolo João Evangelista.

Américo Domingos Nunes Filho

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Especial do Mês


Mahatma Gandhi (1869 – 1948) foi uma das grandes personalidades pacifistas da humanidade. Nasceu em Porbandar, Índia, no dia 2 de outubro de 1869, época em que a nação era uma colônia britânica. Seu nome verdadeiro era Mohandas Karamchand.

Participou ativamente na luta contra o domínio Inglês na Índia ganhando destaque pelo seu projeto de não violência. Ficou popularmente conhecido por seus pensamentos e filosofia, usando sempre como manifesto jejuns, marchas e boicotes a impostos e consumos de produtos originários da Inglaterra na tão sonhada conquista pela independência.

No ano de 1947, por fim, Gandhi liberta a Índia do império inglês. “Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

Em janeiro de 1948, Gandhi foi morto por um rebelde hindu por pregar a tolerância religiosa.

No mês de outubro, com o especial “Gandhi em Pensamentos”, o Manancial de Luz homenageia ao Mahatma Gandhi pela sua trajetória em favor da paz, com postagens de frases e pensamentos de sua autoria.

sábado, 30 de setembro de 2017

A Importância da Literatura Espírita



Por Cristina Nunes

Desde o seu nascimento o Espiritismo se via destinado a florescer como o lótus. O marco monumental da obra de Allan Kardec, representado pelo precioso legado dos cinco livros basilares da Codificação, nos quais a Espiritualidade no transmite os seus informes sobre a continuidade inexorável da vida, prossegue, incólume, norteando todo o movimento espírita brasileiro.

Assim sendo, era previsível o desdobramento do trabalho conjunto de magníficas implicações entre as dimensões invisíveis e materiais terrenas, de vez que a essência da mensagem espírita é atual a qualquer tempo e inerente ao encadeamento das vidas sucessivas a que todos estamos sujeitos, nos jungindo às Leis evolutivas de Causa e Efeito e de aprimoramento rumo às estâncias da vida mais depuradas do Universo. Isto é ponto comum a toda a humanidade imersa em jornadas milenares na materialidade com a finalidade de aprender, não importando aí crenças ou descrenças individuais.

Nesta conjuntura, indispensável que as revelações solidárias da Espiritualidade acerca dos detalhes desta realidade maior prosseguissem, dando continuidade ao seu maravilhoso curso informativo e esclarecedor, com a contribuição progressiva de novos trabalhadores na seara da literatura espírita. Com efeito, vivemos tempos memoráveis nos quais, em vários idiomas, contamos com vasta contribuição de inumeráveis autores tanto de obras de cunho doutrinário quanto de romances mediúnicos ou fictícios, cujo conteúdo lídimo nos remete a novos cenários e a informes mais esmiuçados do que constituí o prosseguimento da vida nas paragens para além dos cenários materiais.

Na área dos romances, tivemos como exemplo notório os livros do Conde de Rochester transmitidos à médium russa Wera Krijanowskaia trezentos anos após a morte dele em 1680, relatando, em cenários autênticos e ricos em detalhes dos séculos passados, peripécias várias das reencarnações de um mesmo grupo de espíritos no rumo gradativo do seu aprendizado espiritual. Mais tarde, Chico Xavier, o maior médium brasileiro, deu continuidade a esta linha literária nos presenteando com as obras de Emmanuel, seu mentor desencarnado que também nos ofereceu notícias da evolução de alguns espíritos durante as suas reencarnações nos palcos da antiguidade romana. De modo que, junto com os trabalhos de teor doutrinário imprescindíveis ao entendimento devido dos aspectos morais e científicos da evolução espiritual humana, os romances comparecem como estilo de literatura indispensável aos perfis que melhor assimilam estas grandes verdades por intermédio daquela técnica outrora muito empregada por Jesus, na célebre utilização das parábolas ricas de significação destiladas às almas nos relatos de histórias e de dramas do cotidiano, cujos personagens bem podemos ser todos nós.

Junto às novas vertentes descobridoras de terrenos ainda pouco explorados, quais as pertencentes à área da ufologia sob a ótica espírita, esta vasta e fecunda atividade é o campo de semeadura promissora e eficiente, que conta sempre com novos e antigos amigos, colaboradores e simpatizantes. É a nossa proposta de contribuição para a real efetivação de um mundo melhor, onde indivíduos conscientes de sua grande responsabilidade perante a eternidade da vida, e consequentemente mais felizes e espiritualmente fortalecidos, compartilharão em plenitude a autêntica fraternidade, bem como uma visão mais sábia e mais harmônica da vida.



quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Vivência Existencial


Por Fernanda Leite Bião

Ao renascermos, somos pequeninos e desajeitados. Sem o auxílio do outro, ficamos à mercê da provável extinção das forças físicas.

Embora Espíritos milenares, renascemos em condição de aprendizes de todo tipo de condição humana, dentro de um momento histórico, em torno de uma rede social, nossa família de base, e vinculada a nós pelas experiências anteriores.

O que sei ao voltar a um corpinho de matéria densa como o organismo terreno?

Começamos uma nova caminhada, diante de desafios e incertezas, expectativas e esperanças, tendências e probabilidades, velhos e novos aprendizados, de acordo com nossas potencialidades, possibilidades, necessidades e força de vontade.

No campo dos sentimentos, somos ainda sementinhas.

Os primeiros toques, dos pais e cuidadores, além de transmitirem uma energia muito gostosa e sutil, vêm carregados de gestos, de toques e olhares, que serão as nossas primeiras diretrizes, na condição de encarnados, as primeiras lições da alma de volta ao estágio terreno.

Você já reparou como são atentos os olhinhos das crianças, que nada perdem, nada deixam passar em branco, querendo tudo aprender? O sorriso expressando alegria, lágrimas, que podem ser de dor, cansaço ou teimosia. Carinha feia pode ser um não. Carinha feliz, barriga cheia.

Existem tantas possibilidades de aprender a sentir, a se manifestar.

Daí a importância de sermos mais do que reprodutores de crenças, valores e atos. Temos de ensinar, educar nossos semelhantes.

É possível mudar a si mesmo. Um condicionamento adquirido pode ser modificado por um novo aprendizado, desde que haja motivação para tanto.

Motivação: ação que me motiva. Qual é a sua?

Repare que estamos falando de autoconhecimento, da relação com o outro, de dar e receber, da manifestação de existir. Conhecer a si mesmo, sendo-aí-no-mundo-com-o-outro. Coexistir, para autodescobrir.

Lembremos da máxima de nosso querido Mestre Jesus: “Ama ao próximo como a ti mesmo e a Deus sobre todas as coisas”.

Ama, amar – ação de desenvolvimento do amor. Não está pronto nem acabado, não existe fórmula perfeita ou única, é um verbo que transmite o movimento constante da habilidade de amar.

O amor pode ter várias formas de se expressar, mas o verbo fala de uma ação que envolve sempre um ou mais sujeitos. Nós, eu, você, eles, todos, quem sabe? Próximo, posso ser eu, pode ser você, pode ser a natureza. Todos e qualquer um pode ser o seu próximo. Jesus não nomeou nada nem ninguém em especial.

Amar o próximo – movimento de transcender ao outro, de se abrir ao outro, de sentir o outro e de possibilitar o outro a nos sentir.

O outro é um mundo à parte de você e, ao mesmo tempo, em diálogo com você. Mesmo que o outro conviva ao seu lado, é alguém diferente, alguém que, muitas vezes, interpretou e interpreta sons, gestos e sentimentos de forma diferente da sua, mas que está em movimento, tanto quanto você.

É preciso compreender. Compreender toda a energia que pulsa vida, que poderemos nomear Deus, Criador, Senhor, Amor.

Compreender que tudo e todos estão revestidos dessa energia-possibilidade que só conhecemos por meio da convivência.

Viver – relacionar-se com o mundo, mundo que é sentido, para conhecer. Conhecimento de si, conhecimento do outro. Momento de diálogo, que traz o germe do aprendizado de habilidades necessárias para evoluir.

Nomes variados atribuímos ao montante de sentimentos, emoções, pensamentos e energias que precisamos combinar para organizar nossa vida como seres.

Importante se reconhecer em tudo isso.

Mais que olhar só para fora, aprenda a olhar, também, para dentro de si.

A comunhão do ser está na possibilidade de diálogo entre o velho e o novo, entre o hoje e o amanhã, entre o que sei do amor e o que vou aprender com o amor e sobre amar.

A comunhão do ser consigo mesmo atravessa a relação tríade eu-tu-eterno. Você-próximo-Deus.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Espiritualidade na Vida Diária


Por: Adriana Aguiar Brotti

Seja qual for a religião que venhamos a seguir o fato é que o seu estudo doutrinário e a frequência em seus templos por si só não nos garantem a experiência em Deus.

Falar e ouvir a palavra de Deus dissociada da ação não nos aproxima Dele. Portanto a pergunta que devemos fazer a nós mesmos é: Como está a nossa vida? Quais são os sentimentos que carregamos em nossos corações? Como temos experimentado a presença de Deus em nossas vidas?

A espiritualidade em sua essência consiste em saber justamente como viver. Ou seja, como viver com consciência e adotando atitudes positivas em relação a nós mesmos, aos outros e a toda manifestação divina.

Note que, mesmo tendo muito conhecimento doutrinário, muitas pessoas permanecem estagnadas espiritualmente, isso porque não se esforçam para colocar em prática o que estudam e não raras as vezes, cobram essa prática de todos aqueles que estão à sua volta.

Além de todo o conhecimento que podemos adquirir por meio das religiões é preciso verdadeiramente querer abraçar ao projeto divino de nossa própria evolução.

Sabemos que são considerados Bem-aventurados os mansos e pacíficos, por exemplo, mas porque dentro do nosso próprio lar não exercitamos a paciência e a doçura? Se Jesus nos ensinou a perdoar, porque nos deixamos envolver pelo orgulho por anos e anos, deixando de nos relacionar com alguém?

Queremos que Deus nos agrade, nos dê bênçãos, mas, o que estamos oferecendo a Ele? O sacrifício mais agradável a Deus é justamente nos conciliarmos com aqueles que entendemos ser nossos inimigos.

Há uma passagem interessante na Bíblia, em Coríntios que diz, ainda que nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo se renova de dia em dia. Da mesma forma, Chico Xavier também nos alertou que embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode recomeçar agora e fazer um novo fim. Isso tudo significa que não importa o passado e a idade de cada um de nós, se temos dez, trinta, quarenta ou setenta anos. Qualquer tempo é tempo para despertarmos e nos voltarmos para Deus, por meio da prática dos ensinamentos de nosso Mestre Jesus. Daí o entendimento de que quem está em Cristo, nova criatura se torna e tudo se faz novo.

Portanto, toda vez que nos dirigirmos a um templo religioso, nosso propósito deve ser o de recarregarmos a nossa energia, de expandirmos a nossa consciência e, ao deixar esse templo, nosso propósito deve ser o de estreitarmos nossos laços mais sagrados, que são os laços que nos unem ao Pai, por meio de nossos pensamentos, palavras e ações.

Quando buscamos o nosso próprio aperfeiçoamento moral, nos aproximamos de Deus e, consequentemente criamos um estado de bem-estar em nós.

Busquemos esse bem-estar qualificando nossos pensamentos, exercitando a paciência, ofertando presentes e serviços espirituais, perdoando e alimentando nossa fé, a cada instante de nossas vidas.

Luz e Paz a todos!

domingo, 24 de setembro de 2017

Efemérides Espíritas: Herculano Pires


Jesus, o Existente


Por Cláudio Bueno da Silva

Li recentemente um livro da professora e escritora Heloísa Pires, chamado Herculano Pires, o homem no mundo ¹. Nele a autora fala da trajetória de trabalho e luta de seu pai, Herculano, desde jovem, sempre às voltas com as dificuldades naturais da vida e sua tranquila capacidade de superá-las. Fala também da intimidade do grande pensador, do seu amor pelos animais, plantas e livros, do bom humor constante, além do seu brilhantismo intelectual e força moral.

Nas duas partes finais (das três partes do livro), Heloísa aborda temas existenciais segundo a ótica espírita, com respaldo no pensamento doutrinário de Herculano Pires.

Um destes temas traz “Jesus, o existente”, um texto simples que reúne objetivamente informações verdadeiras sobre a vida e a missão de Jesus, que fazem recordar a quem já as conhecia, e esclarecer a quem nunca se preocupou em sabê-las.

Heloísa Pires traça com singeleza o caráter superior de Jesus e põe em relevo sua preocupação prioritária com “os necessitados de todos os matizes”. Realça a natureza do Mestre, humana enquanto encarnado, divina em relação à sua pureza e elevação da sua missão, bem diversa da caracterização mística e sobrenatural que as religiões cristãs criaram para ele. Enfim, um Jesus que existiu, bem distante de qualquer possibilidade de enquadrá-lo na categoria de mito.

Pelo interesse e reflexão que pode trazer a muitos, divido o texto com os leitores:

Na época em que Jesus veio à Terra, o ‘tora’, escrito sobre tábuas de pedras, era a lei. A vinda de Jesus foi o acontecimento mais notável da história (...).

O profeta hebreu falava sobre a vinda do Messias e sua morte, cercado pela incompreensão na Terra. Mas disse que os interesses de Jeová prosperariam após a sua morte.

Jesus nasceu entre os hebreus, o povo mais adiantado da época, espiritualmente falando. A mostrar a importância da família, teve a cerca-lo indivíduos de moral irrepreensível. Seus pais, Maria e José, eram pobres, simples, mas dignos. Seu nome era um nome comum, alteração de Josué. Nasceu em Nazaré, mas deturparam a estória para enquadrar Jesus nas lendas da época. Jesus foi o primogênito, mas depois vieram os irmãos; nenhum o seguiu. (...)

Nazaré era uma deliciosa cidade, o clima era ameno, as mulheres formosas. (...)

A educação de Jesus foi a da época. (...) O Nazareno não se preocupou em obter nenhum título. Colocou-se sempre acima da tradição e da época. Era isento de egoísmo, de ambição, de todos os defeitos próprios dos mundos de provas e expiações. Foi um revolucionário, mas sua arma foi o Amor. Um amor como jamais fora visto na Terra, um amor que perdoava, compreendia. Estendeu seu afeto aos pecadores, aos necessitados de todos os matizes. Não era um Deus, era um Espírito mais adiantado que veio à Terra para mostrar onde devemos chegar, como agir em cada circunstância. Dizia que era filho de Deus e o filho do homem. Um irmão mais velho que descobriu, antes, o caminho que facilitava a subida da montanha e veio mostrá-lo aos irmãos menores. Disse sempre que faríamos o que ele fez e muito mais. Foi o maior psicólogo, o maior filósofo de todos os tempos; mas não ficou só na teoria, exemplificou tudo o que ensinou.

Não realizou milagres, disse que viera para cumprir a lei; e a cumpriu, mesmo as leis biológicas do planeta, quando de seu nascimento. Foi filho de Maria e José e não do Espírito Santo. Se o corpo de Jesus era igual ao de todos nós, se nascera fruto do amor de um casal maravilhoso, onde estava a superioridade de Jesus? Isso é bem explicado em “A gênese”, de Allan Kardec, no capítulo sobre milagres e profecias de Jesus. A superioridade do Nazareno era consequência de seu Espírito superevoluído, que produziu um perispírito superior.

Portanto, era o perispírito de Jesus que ocasionava a diferença. Formado, por lei de afinidade, das partículas mais puras dos fluidos espirituais da Terra, possuía no mais alto desenvolvimento as propriedades do perispírito. Em Jesus a expansão, irradiação, flexibilidade do perispírito haviam atingido o desenvolvimento pleno, o que lhe permitia realizar fatos normais considerados milagres.

Em outros dois capítulos de “A Gênese” entendemos melhor o paranormal Jesus de Nazaré: “Formação do perispírito” e “Ação dos Espíritos sobre os fluidos espirituais”. Entendemos porque aqueles que se aproximavam de Jesus, pensando que iriam sarar, conseguiam a cura.

Jesus criava, através de emissões mentais que provam a sua superioridade espiritual, um campo eletromagnético que induzia os indivíduos ao fortalecimento interior.

Quando os seus discípulos disseram que não podiam curar um lunático, ele afirmou:

– Não puderam curá-lo por causa de sua pouca fé. Se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda nada vos será impossível.

Jesus explicou a importância do pensamento positivo e a necessidade da utilização de nossas forças interiores.

Jesus veio nos conscientizar da necessidade de melhorarmos o nosso padrão vibratório para conseguir saúde, paz, vitórias na horizontal e na vertical.

‘Podeis fazer o que eu faço e muito mais’.

¹ Herculano Pires, o homem no mundo, Heloísa Pires, Edições FEESP, São Paulo, 199

Artigo em homenagem a passagem da data de nascimento de José Herculano Pires, em 25 de setembro de 1914, na cidade de Avaré, São Paulo. Herculano Pires, como era conhecido, foi um jornalista, filósofo, educador, escritor e tradutor brasileiro que se destacou como um dos mais ativos divulgadores do espiritismo no país.
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