domingo, 22 de novembro de 2015

Livros de João Nunes Maia

Esses são alguns dos livros que pertencem ao conjunto da obra mediúnica de João Nunes Maia.

Horizontes da Fala
Autor : João Nunes Maia (médium), Miramez (espírito)













Sinopse:

É um livro poderoso. Terminada a sua leitura, invade-nos a necessidade de mergulhar no silêncio. Depois de algum tempo, nova vontade nos toma: a de mudar, transformar a vida, arrojar-se à frente rumo à luz.


Canção da Natureza
Autor: João Nunes Maia (médium), Espírito Kahena



Sinopse:

Tudo tem vida imortal; tudo renasce na sua estrutura de vida; tudo cresce, no crescimento que as leis lhe mostram como destino; nada para; a vida é movimento, bem o sabemos.
A vida é melodia divina, que canta em inúmeras dimensões, de modo que todos possam desfrutar da ternura do Criador, dentro da imortabilidade que lhe é própria.


Coleção Filosofia da Mediunidade
Autor: João Nunes Maia (médium), Miramez (Espírito)



Sinopse:

Filosofia da Mediunidade faz comentários e estudo a respeito de perguntas e respostas de “O Livro dos Médiuns – LM”, de Allan Kardec.
Cada exemplar disserta sequencialmente, sobre as questões de O Livro dos Médiuns – LM,
Ideal também para: Estudos Individuais e em Grupos, Palestras, Culto no Lar, etc.. com uma linguagem simples e clara esclarecendo e instruindo sobre cada item , de O Livro dos Médiuns – LM.
Esta série de 8 livros do nosso companheiro Miramez começa desde a simples noção sobre o intercâmbio entre os encarnados e desencarnados, e vai crescendo, mostrando a responsabilidade dos médiuns nas suas tarefas com o Cristo e com o dever de fazer conhecido o Evangelho em espírito e verdade.


Horizontes da Vida
Autor : João Nunes Maia (médium), Miramez (espírito)



Sinopse:

Até onde nossa visão espiritual alcança os horizontes da vida?
Como conquistar outro domínio e atingir sabedoria?
Que caminhos palmilhar para estar bem comigo, com meus amores e meus desamores?
Neste livro, propostas de uma nova vida, à luz da razão e do equilíbrio.


Força Soberana
Autor: João Nunes Maia (médium), Miramez (Espírito)



Sinopse:

Deus X Universo - Espírito X Corpo. Forças que dominam e comandam com plenos poderes à luz do Amor e das leis naturais. Como aprimorar a relação dos nossos corpos, mantendo a harmonia dos órgãos e sistemas, alcançando a relação de harmonia com os homens e com a vida.


Plenitude Mediúnica
Autor: João Nunes Maia (médium), Miramez (Espírito)



Sinopse:

A mediunidade é a faculdade a nós concedida por amor de Deus, para favorecer a nossa evolução. Por que cobrar por nossas atividades neste abençoado setor?
Para garantirmos a assistência dos bons espíritos, necessário se faz que aprimoremos nossas qualidades.
Este livro mostra a cada capítulo, a dicotomia de qualidades e não virtudes que deixam, muitas vezes o médium vacilante.


Ave Luz
Autor: João Nunes Maia (médium), Shaolin (Espírito)



Sinopse:

Reuniões íntimas de Jesus com seus discípulos, numa preparação para o ministério de amor. São 50 noites de diálogos inesquecíveis.
O livro nos deixa a sensação de que participamos dos encontros e conversamos com o Mestre acerca dos temas do nosso cotidiano.


Cura-te a Ti Mesmo
Autor: João Nunes Maia (médium), Miramez (Espírito)



Sinopse:

Este foi o último livro psicografado pelo médium João Nunes Maia, que nos foi entregue sob visível emoção e que, na ordem natural, seria último a ser publicado.
Entretanto, logo após a sua desencarnação, tivemos o cuidado de conhecer a sua derradeira obra quando encarnando e, ao lê-la sentimos que deveria ser entregue ao público o quanto antes, por ser isso o que carecemos: nos curarmos a nós mesmos.


O Reino de Deus
Autor: João Nunes Maia (médium), Miramez (Espírito)



Sinopse:

Este livro é um convite a renovação interior. Suas mensagens baseadas no Evangelho representam um apelo as criaturas para que vivenciem a moral de Jesus.


Horizontes da Mente
Autor: João Nunes Maia (médium), Miramez (Espírito)



Sinopse:

Quando aprendemos a lidar com nossa mente, novos horizontes se abrem, e nossas relações -conosco, com o próximo e com a vida se tornam mais suaves e produtivas.
Neste livro, alguns rumos para ampliar a nossa compreensão em relação à força da nossa mente, capacitando-nos a entender porque somos criaturas divinas.


Mantras de Vida
Autor: João Nunes Maia (médium), Loester (Espírito)



Sinopse:

Uma lição a cada semana, lida e refletida a cada dia. Pela repetição diária da lição, assimilamos o seu conteúdo e ao final do livro, somos outra criatura.


Conceitos de Paz
Autor: João Nunes Maia (médium), Miramez (Espírito)



Sinopse:

Esse livro é fonte de entendimento e como ave de Deus, pousa aqui e ali, manifestando-se em todos os corações, falando a eles, em nome do Cristo, que a reencarnação é uma verdade.


Cirurgia Moral
Autor: João Nunes Maia (médium), Lancellin (Espírito)



Sinopse:

Esta obra é um pequeno concerto na música da tua mente. Cirurgia Moral é um apoio vertido dos planos superiores em favor de todos nós que procuramos a autoeducação espiritual através de conceitos que nos ajudem a viver em qualquer estado em que nos encontremos.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

João Nunes e o Espírito Lancellin


Lancellin é um Espírito responsável pela autoria de algumas das obras psicografadas pelo médium João Nunes Maia. A sua última reencarnação se deu na França, no século XIX, como um escritor espiritualista pesquisador de fenômenos psíquicos, especializando-se a estudar sobre viagens astrais.

Pesquisou a xenoglossia (faculdade mediúnica que permite ao médium falar um ou mais idiomas desconhecidos) e o desdobramento. Em sua obra “Iniciação, Viagem Astral”, ditada ao médium João Nunes Maia ele relata sobre o assunto com a seguinte assertiva: “O desdobramento me interessou especialmente. “Eis aí”, pensava eu, “a maior prova da existência e sobrevivência da alma”. E, graças a Deus, pude comprovar isso, apesar de pouco que os Céus me permitiram realizar conscientemente.”(*)

Dedicou-se também a conhecer e vivenciar o evangelho de Jesus, tendo relatado sobre o fato nesse mesmo livro ditado a João Nunes Maia que “Mesmo nessa reencarnação como Lancellin, já comecei a valorizar os ensinamentos do Divino Mestre de Nazaré. Senti a profundidade da missão do Cristo e passei a cultivar as virtudes. A princípio, encontrei muitas dificuldades. A própria rejeição do organismo acostumado a pesadas vibrações, depois a reação dos outros corpos que se sucedem são coisas terríveis. Todavia, o mesmo Mestre nos ensina que aquele que perseverar até o fim será salvo. Esta é a verdade, seremos salvos das ilusões passageiras do mundo, para ingressarmos nas belezas imortais do Espírito, onde não existe regressão, somente avanço; onde não há esmola ou favoritismo, apenas conquista. As experiências milenares nos fazem crer que somente o amor nos oferta meios para a felicidade eterna.”(*)


Carlos Pereira

Referências:
(*)Iniciação, Viagem Astral, por João Nunes Maia, ditado pelo Espírito Lancellin. Editora Espírita Fonte Viva, 2004, 12º edição.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Respeito ao Próximo


Deus não nos fez desligados da Humanidade. Somos elos da grande corrente universal e as energias divinas que vão alcançar os outros devem passar por nós, beneficiando-nos e ao nosso próximo. Carecemos dos outros, qual eles de nós na imensa vinha do nosso Pai Celestial. Portanto, o nosso segundo dever é amar o próximo, como nos aconselha o Mestre por intermédio do Seu Evangelho de Luz. E amar é acatar os direitos daqueles que andam conosco no mesmo caminho. Nada fazemos sem a participação dos nossos irmãos. Cada um nos ajuda em algo de que carecemos. Somos devedores da humanidade, como também emprestamos a ela o nosso concurso, e a fraternidade é o caminho mais desejado na área do Bem, ao tratarmos com os nossos companheiros.

As exigências devem ser feitas a nós para com nós mesmos; o apreço, esse deve ser dirigido aos nossos semelhantes.

A imposição é o modo de nos educarmos; a consideração, o ambiente que deve ser feito aos companheiros de labor.

O mando deve ser a disposição na disciplina dos nossos instintos. A cortesia haverá de ser o meio de comunicar mais agradável com os nossos irmãos.

A imposição é o caminho interno quando nos indica o bem, a fraternidade nos faz atrair companheiros para o mesmo convívio.

A crítica encontra campo frutífero quando exercida no nosso mundo interno. E a ponderação cresce e faz crescer a nossa amizade em todos os rumos. O mal merecedor de comentário é aquele que fazemos; em referência aos outros, o resguardo nos traz confiança de que todos se esforçam para o melhor.

Se tens alguma educação, aplica-a diante dos outros, e se isso te falta, lembra-te de ti mesmo. O nosso mundo interno é uma lavoura grandiosa que poderá dar muitos frutos e flores compatíveis com o nosso comportamento. Trabalhemos nele.

Quando deixamos o nosso sítio íntimo para analisar e falar mal do que não nos pertence, cresce em nós a erva daninha capaz de sufocar o trigo do Bem, que já havíamos plantado. A energia que nos foi dada deve ser usada na autoeducação, estabelecendo assim, no nosso reino, a verdadeira harmonia espiritual, que se refletirá em todos os outros corpos. Mas, com respeito aos outros, a maior cota que poderemos fornecer para os seus corações é o exemplo dignificante, é a vivência no Amor nos caminhos da Caridade.

Se deres a devida importância ao teu próximo, nunca perderás. Receberás, pelos meios que por vezes ignoras, a atenção que te agradará e te fará feliz. Respeita os direitos dos outros, que eles, certamente, e por lei, respeitarão os teus; e ainda, a harmonia do Universo compartilhará contigo no Bem que estimas fazer, por necessidade de amar, utilizando o comportamento elevado para ajudar a construir o reino de Deus nos corações, como também o Céu em qualquer lugar em que estiveres.

Confiemos nas forças superiores e também nas nossas, que elas crescerão de acordo com as nossas disposições de melhorar, sem nunca nos esquecermos da deferência para com aqueles que nos seguem, instruindo-nos e aqueles que nos instruem, seguindo-nos.

O respeito é luz, porque ajuda a transformar as trevas em claridades imortais.


Lancellin

Do livro Cirurgia Moral, pelo Espírito Lancellin, psicografia de João Nunes Maia.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Artigo do Mês


Considerações sobre a Lei de Adoração


Na história da humanidade, em todas as épocas, a adoração a um ser superior foi praticada entre famílias, tribos ou raças. Cada qual adorava à sua maneira, o que demonstra ser a ideia de Deus inata e universal.

Numa conceituação simples, podemos dizer que a adoração consiste na elevação do pensamento a Deus; é, em síntese, um modo de expressar amor ou admiração pela Divindade. Pode ser realizada de forma exterior ou íntima. Daí dizer-se que a prece também é um ato de adoração, pois através dela podemos pedir, louvar ou agradecer.

Quem decida falar sobre este tema encontrará amplas possibilidades de análise, mas aqui faremos algumas considerações à luz da Doutrina Espírita. Iniciaremos com as seguintes questões de O livro dos espíritos:

653. A adoração necessita de manifestações exteriores? “A verdadeira adoração é a do coração. Em todas as vossas ações, lembrai-vos sempre de que o Senhor vos observa.”

653a. A adoração exterior é útil? “– Sim, se não for um vão simulacro. É sempre útil dar um bom exemplo. Porém, os que somente o fazem por afetação e amor-próprio, mas cuja conduta desmente sua aparente piedade, dão mau exemplo e fazem mais mal do que supõem.”1

A adoração exterior tem a sua importância e pode ser útil, mas, como espíritas, devemos nos liberar dessa prática, pois, como sabemos, a adoração é uma forma de nos aproximarmos de Deus através do pensamento.

Assim sendo, o mais importante é o sentimento que nos move à adoração e não a forma como adoramos. Ela pode ser feita cotidianamente: pedindo, agradecendo ou louvando a Deus, de forma simples e prática, evitando o mal e fazendo o bem, porque evitar o mal e fazer o bem é a maior prova de respeito e amor a Deus, bem como a melhor forma de unir a Ele nosso coração. Por isso, antes de tentarmos sintonizar nossa mente com o Pai, através da adoração, precisamos munir o coração de bons sentimentos, seguindo o ensinamento de Jesus:

Portanto, se estiveres apresentando a tua oferta no altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai conciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem apresentar a tua oferta. (Mateus, 5:23 e 24.)

Em outras palavras, poderemos dizer que sendo Deus a fonte perene do amor, não nos comunicaremos com Ele se tivermos o coração envenenado por ressentimentos ou contrariedades.

A benfeitora Joanna de Ângelis, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco, nos ensina:

A maneira mais agradável de adorar a Deus é elevar o pensamento a Ele, através do culto ao bem e do amor ao próximo.

Desce à dor e ergue o combalido à saúde íntima; mergulha no paul e levanta ao planalto os que ali encontres; curva-te para socorrer, no entanto, ascende no rumo de Deus pelo pensamento ligado ao Seu amor e vencerás os óbices.2

A lembrança de que temos algo contra nosso irmão ou que nosso irmão tem algo contra nós, sempre evoca sentimentos negativos, os quais geram fluidos densos que dificultam a emissão de ondas mentais, base da comunicação com Deus ou especificamente com os Espíritos superiores, seus auxiliares.

A conciliação sincera é um ato de amor. É, usando as palavras da benfeitora, “mergulhar no paul” do ressentimento e “levantar ao planalto” do entendimento através do perdão e, dessa forma, nos capacitarmos a fazer nossa oferta ou adoração a Deus.

654. Deus tem preferência pelos que o adoram desta ou daquela maneira?

“Deus prefere os que o adoram do fundo do coração, com sinceridade, fazendo o bem e evitando o mal, aos que julgam honrá-lo com cerimônias que não os tornam melhores para com os seus semelhantes.”

Os rituais e as fórmulas, considerados por algumas religiões como poderosos, têm apenas o poder de impressionar as mentes destituídas de conhecimento sobre a verdadeira natureza de Deus. Foi, justamente devido a essa ignorância a respeito de Deus, que Jesus, no diálogo com a samaritana, junto ao poço de Jacó, advertiu-a:

Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. (João, 4:22 a 24.)

Por ter o pleno conhecimento a respeito de Deus, Jesus não o limitou à condição humana, o que era muito comum até então (lembremos o relato bíblico que afirma que as ofertas de Abel agradaram a Deus mais do que as de Caim); mas ensinou que Deus é Espírito e como tal deve ser adorado em espírito e verdade.


F. Altamir da Cunha


Referências:

1 KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2011.
2 FRANCO, Divaldo P. Leis morais da vida. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 3. ed. Salvador: Leal, 1986. cap. 1.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

João Nunes e o Espírito Miramez


Miramez é o guia espiritual do médium João Nunes Maia e o orienta desde 1958, quando manifestou-se pela primeira vez durante uma reunião na União Espírita Mineira, em Belo Horizonte. Fernando Olivídeo era espanhol e, a serviço do rei da Espanha, pisou nas terras brasileiras para nunca mais sair. Doou todos os seus bens na sua terra natal e tornou-se protetor de índios e negros, sendo por eles chamado Pai Branco.

O nobre espanhol tinha grande interesse pelas histórias dos povos e nações da Terra. Procurava informações sobre as descobertas de Cristóvão Colombo e Pedro Álvares Cabral e, mesmo sem conhecê-las, já sentia afeto pela Terra de Santa Cruz. Rapaz inteligente e estudioso tinha grande carinho pelo povo humilde, pelos índios invadidos na sua cultura, pelos negros que sofriam sob os açoites.

A amizade do rei, Filipe IV, facilitou a realização do antigo desejo de Miramez: conhecer as terras do Novo Mundo. O rei conhecia os princípios de integridade e a elevada moral de Fernando. Porém, achava que ele tinha algumas deficiências a corrigir: era avesso às guerras, repudiava a violência e defendia os direitos dos povos e, principalmente, dos indivíduos. Nomeado pelo rei para realizar uma ambiciosa missão de posse de terras e a conter o poderio português, Miramez percebe a oportunidade de conhecer e viver na Terra de Santa Cruz, e participar da sua preparação como Pátria do Evangelho.

O idioma do coração


Os índios e escravos já eram a sua família e a volta a Espanha não era seu desejo. Meditando sobre o seu retorno ao país natal, ele sente uma voz suave, dentro da sua consciência, que diz: "vai, vende todos os teus bens, distribuí-os entre os pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me!" Era a fala de Jesus citada na parábola do mancebo rico, presente no Evangelho. ( Mateus, XIX, 16-24, Lucas, XVII, 18-25 e Marcos, X, 17-25). Surpreso, sentia que aquela voz era sua conhecida, mas, de onde? E a voz, interna, continuou: "Fernando, podes vender todas as tuas posses na Espanha e distribuir o dinheiro entre os necessitados de tua pátria! Os daqui, necessitando passar pelos processos renovadores, precisam mais da tua riqueza mental, do resultado de tuas mãos operosas, do tesouro armazenado em teu coração e da tua presença confortadora!

Seguindo a sua consciência, o nobre espanhol envia procuração a amigos de confiança, na Espanha, autorizando-os a vender os seus bens e distribuir o resultado entre os carentes e sofredores da Península Ibérica."Vai, vende todos os seus bens e segue-me”.

Desde então, sua vida se entrelaçou mais ainda à dos índios e negros da Terra de Santa Cruz. Todos o tinham como o Pai Branco, Filho do Sol ou Homem que veio da Luz. Catequizadores descobriram aquele homem culto e fascinante como pastor de dois rebanhos: trabalhando arduamente pela aproximação entre índios e negros e obtendo êxito na amizade entre as duas raças. Assim, Miramez passou a frequentar o grupo de catequizadores, por perceber ali campo propício à prática dos seus ideais. Conseguiu, com seu trabalho e esforço conjunto, a promulgação da lei de proteção aos índios, em 1680.

Espírito de imenso amor, Fernando Miramez de Olivídeo renunciou a maiores patamares de luz a que tem direito, por merecimento, e permanece ligado à Terra amada, orientando o Centro Espírita Maria Nunes e outros trabalhos para o progresso da humanidade. O primeiro livro escrito por Miramez, através do médium João Nunes Maia, foi Alguns Ângulos dos Ensinos do Mestre. A comunicação, entre ambos, continuou até 1991, quando João Nunes desencarnou. O saldo desta relação médium/guia espiritual resultou em 62 livros, publicados pela Editora Espírita Fonte Viva. Índios e negros o chamavam Pai Branco.

Em 1649, Miramez desembarca como turista, no Maranhão. Em terras brasileiras, ele transmite ao soberano da Espanha somente os acontecimentos que poderiam ser benéficos ao Brasil, omitindo as notícias que poderiam prejudicar os povos que já residiam na terra.

O desprendimento de Fernando era tão grande que, no início, mesmo sem saber o idioma, entendia os novos amigos pelos gestos e por intuição. Os nativos, por sua vez, viam nele um amigo que proporcionaria alívio aos sofrimentos e às perseguições pelas quais passavam.



terça-feira, 10 de novembro de 2015

O Poder da Palavra


A palavra é uma melodia soberana entre as outras. Tem a magia ativa de explicar as demais e a primazia de enriquecer todas as qualidades do homem. Ela é um dom, por excelência, com que Deus premiou as criaturas. O poder da palavra atravessa as fronteiras do entendimento humano, e alcança regiões onde vivem os anjos. Por intermédio da alocução, podemos emitir ondas sonoras psíquicas em harmonia perfeita, de modo a conduzir leis e mensagens como se faz pelo rádio, televisão etc. Todavia, o poder do verbo paira acima dos aparelhos materiais, por encontrar recursos na própria natureza, a qual lhe confere maiores possibilidades de expansão, em todos os seus ângulos de domínio.

É certo que, para esse mister, a alma tem de ser adestrada na ciência da comunicação espiritual, e dominar a energia que usa com toda a dinâmica, a fim de conseguir um rendimento maior no uso da palavra. Os sons, articulados pelos místicos, são como poemas interligados ao ritmo da música, do micro e do macrocosmo. Quando alcançamos essa sintonia, propomos a nós mesmos a realização de maravilhas.

As antigas iniciações, na Caidéia e no Egito, na índia e na China, montavam um esquema de educação da palavra, para que o candidato pudesse usá-la como santo e como sábio, como discípulo da verdade e como místico. Alguns deles, ao chegarem em determinada equação na harmonia das coisas, e perceberem a interestrutura dos corpos, conseguiam, com o poder da palavra, desintegrar as formas mais duras da matéria, como também reuni-las na sua área anterior.

A mente tem de ser bem-educada, trabalhando em conexão perfeita com o verbo, pois são duas correntes de forças que se ajustam para atingir os mesmos fins. Um orador famoso só o é pelo dom, e esse dom é constituído por qualidades exercitadas durante muitas reencarnações, aprimoradas em vidas sucessivas, que lhe outorgaram o completo domínio da palavra e, certamente, das massas que o ouvem.

O intelecto desenvolvido é um acessório de grande utilidade para a harmonia da palavra, facilitando a comunicação com os outros. Ninguém faz o orador, nem o cantor, nem artista algum. Eles já nascem com tais e quais dons, como herança do passado, ao qual estão ligados, pela lei do esforço e do trabalho.

A palavra ritmada na dimensão evangélica tem o poder de curar, de ensinar, de acordar as almas esquecidas do valor de servir. Um exemplo: Jesus, o Mestre dos mestres, na arte divina de usar o verbo, de usar a mente e de usar as mãos, curou milhares de enfermos, levantando dezenas de paralíticos, e fazendo erguerem-se muitos do leito da morte.

E esse poder, verdadeiramente. Ele, o Cristo de Deus, transmite para todas as criaturas, na escola do Evangelho, proporcionando a assimilação dos conceitos nele depositados, como bênçãos dos céus e força de Deus. A evolução espiritual é uma porta que nos abre para a aquisição divina do poder da palavra.

Já notastes o quanto um clínico ajuda um enfermo com uma palavra de ânimo? Já percebestes o poder da palavra de um sacerdote, pastor, ou semelhante, para as massas que escutam, atentamente, com sede de saber e de consolo? De um professor, de um político, ou general? E, acima de tudo, os pais de família? Eis por que ela tem de ser bem estruturada, analisada, selecionada, para depois ser posta em uso, com a cadência da alegria e a postura do amor.

O progresso deve muito à palavra, e a palavra é filha do progresso. Antes de falardes a alguém, pensai, em primeiro lugar, na tranquilidade, pois assim injetareis, na estrutura sonora, os vossos sentimentos. E quem vos ouve será envolvido pelos fluidos que projetais, acalmando-lhe os nervos, aliviando-lhe as dores que porventura sentir, dotando-o de paz e tranquilidade consciencial. Eis uma caridade que podereis fazer todos os dias. E o maior beneficiado sereis vós mesmos.

Ao conversardes com um enfermo, não deixeis que ele influencie vossa mente com pensamentos negativos. Arregimentai as vossas forças, pensai na saúde, despertai a alegria no íntimo, vivei um pouco no amor e falai a ele, ou a eles, com toda a convicção de que estais, realmente, transmitindo saúde, alegria e esperança a todo o seu organismo físico e espiritual. Assim, sereis ajudado por inteligências invisíveis, porque elas encontrarão abertas as portas do vosso coração, por serdes úteis aos semelhantes. Eis aí os princípios da ciência de curar, com o bom uso da palavra e com a vigorosa força da mente.


Miramez

Psicografia de João Nunes Maia, do livro Horizontes da Mente, pelo Espírito Miramez.

domingo, 8 de novembro de 2015

João Nunes Maia e a Pomada Vovô Pedro


Espíritos de escravos desencarnados, os espíritos Miramez, Mãe Dudu, Dr. Bastos, Cícero e muitos outros viveriam uma noite muito especial no Centro Espírita Campos Vergal, na colônia Santa Isabel, em Betim, Minas Gerais. Era o ano de 1973.

As portas espirituais do salão abriram-se para o espírito de Franz Anton Mesmer, que se dirigiu a João Nunes Maia dizendo: “Papel e lápis, meu filho. Vou ditar-lhe a fórmula de uma pomada que deverá curar e aliviar.”

Após o ditado espiritual, inquiriu o médium sobre a autoria da fórmula, e a entidade respondeu-lhe, docemente: “Vovô Pedro, e atente meu filho para o preço: Deus lhe pague!”

João Nunes saiu em busca das plantas. Com o passar dos dias, sentindo e ouvindo os Espíritos atentamente, encontrou uma a uma as ervas indicadas, inserindo-as em garrafas, juntamente com as poções acertadas de álcool e água destilada, e preparou numa panela de pressão o unguento sagrado. Era a bênção divina em forma de pomada, portadora do princípio único, que tem o poder de harmonizar onde for aplicada.

Saindo à rua, ofereceu a pomada aos doentes e as feridas fecharam-se. Procurou os hansenianos e as chagas curaram-se. As dores das feridas em febre extinguiram-se.
A cada produção da pomada Vovô Pedro, adesões ocorrem nos dois planos da vida e foi assim que João Nunes compôs a prece de abertura das reuniões de produção, que modifica e enriquece o ambiente com o magnetismo de cada nome falado e expressões citadas.

Assim disse Chico Xavier em algumas cartas enviadas a João Nunes Maia: “Louvemos a Jesus e a seus mensageiros por havermos obtido, por suas mãos de obreiro do Bem, esse socorro dos céus.”... “As curas que tenho visto são as mais surpreendentes.” ...

“Envio a você e a nossos irmãos do Maria Nunes as alegrias e agradecimentos, as preces de louvor e os pedidos de bênção em sinal de gratidão que constantemente vejo brilhar em tantas faces, das quais a Pomada Vovô Pedro enxugou as lágrimas e as preocupações. Louvado seja Deus!” (frases extraídas de cartas de Chico Xavier enviadas a João Nunes Maia).

Composição da pomada Vovô Pedro:

• a força energética do Mineral;
• o plasma vivo do Vegetal;
• a energia irradiante do Homem;
• os fluidos sutis do Espírito.

Poesia recebida do autor para o SEMAN (Sociedade Espírita Maria Nunes):

Louvor à Deus pela Pomada Vovô Pedro

Vovô Pedro é uma pomada,
Elaborada com o amor,
Panaceia, por Deus inspirada,
Para com Jesus aliviar nossa dor.

Se você quer ter saúde,
Busque Deus por Jesus em primeiro lugar,
Não se iluda com os que vendem saúde,
Sem ter amor para dar.

Deseja se autodiagnosticar,
Consulte a lei de causa e efeito,
Que a doença ela vai te mostrar,
Em algo que você deve ter feito,
Mas não precisa se amedrontar,
Nem tampouco desanimar,
Basta somente se fortificar,
Praticando as lições de Jesus : amar.

“Com Jesus e por Jesus sempre, graças à Deus”

" Inspirações do amor divino "

Aloisio Caputi

Assista também a entrevista com o médium João Elias, presidente do Lar Espírita Cristão Elizabeth que conta a história da pomada Vovô Pedro e como se dá a produção e distribuição da mesma nos centros espíritas.

Parte 1


Parte 2

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Como conhecer a ti mesmo


O conhecimento é a base da própria vida. A sabedoria abre caminhos novos para que possamos sentir e mesmo desfrutar da felicidade. Não poderá existir civilização sem que a inteligência ocupe algum lugar na pauta dos confortos. Não pode existir progresso sem a intervenção da sabedoria. Entretanto, ela se divide em duas forças altamente dignas, com duas dinâmicas opostas: o conhecimento exterior e o autoconhecimento. A sapiência externa nos faz investir à procura de valores até certo ponto perecíveis, mas necessários ao nosso equilíbrio. Passamos por perigos inúmeros, sujeitos às investidas do orgulho em sintonia com o egoísmo e sob o domínio da vaidade. Entrementes, se vencermos essas condições na altura em que elas se nos apresentam, sairemos livres, para novos conhecimentos que, podemos crer, serão a maior verdade, que é o conhecimento de nós mesmos, é o estudo do universo interno, aprofundando-nos dentro dele como se fora o nosso próprio mundo. Este conhecimento se chama Sabedoria-Amor.

Há quem diga que o amor não é sabedoria. Está completamente enganado. Quem ama nas linhas ensinadas por Nosso Senhor Jesus Cristo é um verdadeiro sábio. Ao conhecermos as nossas deficiências, abrimos portas de luz nas esferas da consciência, de sorte a nos enriquecermos, em todos os rumos, dos valores eternos, de talentos que Deus depositou em nossos corações, para a garantia de nós mesmos.

As religiões de todo o mundo e a filosofia que medra em toda a Terra têm a missão sagrada de indicar às criaturas os arcanos da sabedoria interna, que é a verdadeira senda de iluminação dos espíritos. Aquele que já conhece a si mesmo dispensa certos acessórios que pesam muito sobre os ombros e que exigem tempo precioso na sua conservação. O sábio interno nasce de novo, é um novo homem que surge de dentro do homem velho.

Todo movimento que se preocupa com as coisas externas das criaturas pode fazer muito em favor das almas em sofrimento, não resta dúvida. Entretanto, quando encontramos quem nos ajuda a trabalhar dentro de nós, a descobrir os nossos tesouros, esse é o caminho ensinado por Cristo, que nos liberta definitivamente. Quem conhece a si mesmo tem mais facilidade em conhecer as lições externas e as propriedades que lhe sustentam a vida.

A Doutrina dos Espíritos, na sua maravilhosa profundidade, desfralda a bandeira de luz no topo do mundo em que moramos, por misericórdia de Deus, com a inscrição já bem conhecida "DEUS, CRISTO E CARIDADE". Deus está no centro de todos nós, esperando, como Pai, os nossos apelos nascidos da vontade. Cristo pega em nossas mãos para nos mostrar os caminhos abertos pela caridade. O Céu está mais próximo de nós do que pensamos: reside dentro de nós. Basta abrirmos os olhos e buscá-lo. E, para tanto, devemos, como médicos de nós mesmos, executar as cirurgias indispensáveis em todas as áreas das nossas condutas, dominar os nossos impulsos inferiores e discipliná-los, transformando-os em instrumentos de trabalho e de paz, para que surja o amor no centro dos sentimentos e, junto a ele, a tranquilidade imperturbável em todos os caminhos que deveremos trilhar. Quem conhece a si mesmo, já não tem tempo de criticar ninguém.

Lancellin

Do livro Cirurgia Moral, pelo Espírito Lancellin, psicografia de João Nunes Maia.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Sempre Lembrados: João Nunes Maia


Nasceu em 10 de novembro de 1923, em Glaucilândia, norte de Minas Gerais. Desencarnou em quatro de Setembro de 1991.

A mediunidade veio à tona cedo, trazendo angústias e aflições. O apoio veio da mãe, Dona Maria Nunes, que se apegava às orações. O jovem Nunes muito estudou e lutou, desenvolvendo a psicografia, a psicofonia, a clarividência e o desdobramento.

O pai, Joaquim da Silva Maia e a mãe, Maria Nunes Maia tiveram cinco filhos. Não tinham informações sobre a Doutrina Espírita. O segundo filho do casal, João Nunes Maia, conversava sozinho e era tido como "estranho”. À procura do equilíbrio foi atrás de Dona Lozinha, conhecida benzedeira da região: tinha recurso para mau olhado, anemia, para pragas que atacassem as fazendas.

João Nunes passou a frequentar as reuniões na distante casa de Dona Lozinha, aonde ia a cavalo. Mediunizada, ela o alertava sobre as suas tarefas futuras e sobre a necessidade de conhecer as obras de Allan Kardec. Através do reembolso postal, o médium encomenda à Federação Espírita Brasileira os livros básicos da Doutrina. Nessa época, cria o hábito de conversar com Deus, ao nascer e ao por do sol e, numa manhã, tem a inspiração que nortearia a Sociedade Espírita Maria Nunes: o lema do Pão e do Livro. Incentivado pelo pai, e já órfão de mãe, muda-se para Belo Horizonte em 1950, sendo acolhido pelo amigo Chico Sapateiro que ensina-lhe o ofício. Casou-se com Irene, dessa união nasceram duas filhas: uma delas Alcione; a outra não chegou a nascer.

João Nunes frequenta reuniões espíritas e conhece, em Pedro Leopoldo, o médium Francisco Cândido Xavier, de quem se torna amigo. Numa reunião mediúnica na União Espírita Mineira, identifica-se com o Espírito de Fernando Miramez de Olivídeo, seu guia espiritual e autor de vários livros psicografados por Nunes.

João Nunes muito fez pelo movimento espírita. Incentivou, orientou e, participou da fundação de várias casas espíritas em Belo Horizonte, Minas e em outros estados brasileiros. Em 1973, através do Espírito Mesmer, recebe a fórmula da Pomada Vovô Pedro, que cura males da pele.

Fruto da sua persistência surge em 12 de abril de 1955 a Sociedade Espírita Maria Nunes – SEMAN. Iniciada com estudos evangélico-doutrinários e humilde distribuição de sopa aos carentes, a SEMAN se ramificou em diversas atividades sociais e permitiu, através da Editora Fonte Viva, sua parceira, a edição de 62 livros psicografados.

Os originais psicografados por João Nunes Maia, que eram guardados debaixo da cama, na modesta casa de Santa Tereza, viraram livros. Espalharam-se pelo Brasil, Portugal, Estados Unidos, Espanha, Japão e só Deus sabem por onde mais. Missão cumprida desencarna em quatro de Setembro de 1991 o menino João, de Glaucilândia. Jornada como o caminho que o levava a dona Lozinha.

Trabalho na seara espírita: Orientou pessoalmente centenas de médiuns em desequilíbrio. Psicografou a maior obra espírita que dá suporte ao entendimento às obras básicas. Foi membro da diretoria do Hospital Espírita André Luiz e membro do Conselho da União Espírita Mineira. Foi o primeiro diretor doutrinário do Hospital André Luiz. Inaugurou a livraria da União Espírita Mineira por orientação de Chico Xavier. O João Nunes Maia era uma pessoa muito especial mesmo, tida pelos leigos como paranormal. Possuía vários tipos de mediunidade. A psicofonia através dele era maravilhosa, o seu dom de oratória era extraordinário, mas ele procurou conduzir sua energia para a psicografia. Tinha o livro como um fundamento, objetivo básico da sua reencarnação. A saída do corpo consciente, em viagem astral, para ele era comum. Era médium passista e trabalhava em reuniões de assistência e cura em sua Casa Espírita, com resultados magníficos. No momento em que psicografa obras romanceadas se transportava para os lugares citados. A vida lhe proporcionou uma oportunidade na ocasião do surgimento da pomada. Viajou de S. Paulo à Belo Horizonte João e uma pequena caravana ao Sanatório Santa Isabel, em Betim.

Foi uma noite memorável. Mais de 400 pessoas lotavam o auditório, inclusive parte delas ficou do lado de fora e assistiu o estudo do Evangelho através das janelas. Ao aproximarmos do final da reunião, notou-se que João se mostrava todo embaraçado, precisando de um pedaço de papel e de uma caneta. O dirigente da Casa pesquisou os bolsos de seu paletó encontrando um pequeno lápis. O João pegou esse quase toco de lápis e um pedaço de papel e se pôs a psicografar. Ao terminar, tinha em mãos a fórmula da pomada Vovô Pedro. Tanto, que após anotações ele indagou ao Espírito sua identidade. Ao que o Espírito humildemente respondeu: "Vovô Pedro" e acrescentou: “e atente meu filho, para o preço - “DEUS LHE PAGUE”, esse é um ensinamento que todos, promotores da pomada Vovô Pedro, não devem jamais esquecer”. No momento em que o João Nunes finalizava o livro Francisco de Assis a campainha tocou. Abriu a porta de sua casa e 44 ex-hansenianos entraram. Todos haviam sido curados com o uso da pomada e chegaram quando ele encerrava o citado livro. A fórmula da Pomada Vovô Pedro foi recebida mediunicamente por João Nunes Maia, através do espírito do médico Franz Anton Mesmer, que viveu no século XVIII.

A pomada alivia diversas doenças, principalmente as de pele.

Simples como o nome, baseia-se nas propriedades medicinais de plantas e produtos naturais, como própolis, erva-de-bicho, ipê-roxo e o condurango, não apresentando efeitos colaterais.


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Homenageado do Mês


Homenageamos nesse mês o médium e conferencista espírita mineiro, João Nunes Maia.

Nascido em 10 de novembro de 1923, João Nunes Maia é tido como o maior psicógrafo de obras de suporte ao entendimento das obras básicas da doutrina espírita, tendo publicado através da Editora Fonte Viva 62 livros. Inaugurou a livraria da União Espírita Mineira, foi membro do Hospital Espírita André Luiz e dedicou-se incansavelmente pela causa espírita.
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