segunda-feira, 20 de maio de 2019

O que você entende por Mediunidade?

O que você entende por mediunidade? O que são fenômenos físicos? Quais são os tipos de habilidade que o médium pode desenvolver? Todas as pessoas podem desenvolver essa faculdade? Como podemos aplicá-la na prática? Tudo isso e mais numa entrevista com o médium e escritor espírita, Humberto Pazian, no programa Oficina da Mente, debatendo o tema mediunidade.

sábado, 18 de maio de 2019

O que é Projeção Astral ou Desdobramento?

A projeção astral ou desdobramento também conhecida como experiência fora do corpo é o fenômeno de desligamento (afastamento) temporário da alma do indivíduo do seu corpo. Mas esse fenômeno que acontece quando estamos conscientes, é o mesmo que estar em outro plano? Como sabemos se é ou não um sonho? É possível quando estamos nesse estado fazer contato com as pessoas? Um médium consegue ver uma pessoa que está fora do corpo? O que devemos fazer quando nos depararmos nesta situação? Saiba o que o pesquisador e escritor espírita Paulo Henrique de Figueiredo fala sobre o assunto.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Por que Adoecemos?

Todas as doenças têm a sua origem na alma. Com base nessa assertiva, o expositor e escritor espírita, Orson Peter Carrara faz uma breve exposição sobre a influência dos pensamentos e sentimentos como fonte geradora de nossas enfermidades.

terça-feira, 14 de maio de 2019

O que é Destino e Livre-arbítrio?

Destino e livre arbítrio é o tema do programa Boletim Espírita. Algumas pessoas creem que existe uma ordem universal ou divina que rege nossas vidas e ações para um momento inevitável, o que chamam de destino. Mas e você? Acredita em destino? Como diferenciar o destino e o livre arbítrio? O que o espiritismo diz sobre destino e livre arbítrio?

domingo, 12 de maio de 2019

Homenagem às Mães


Anjo Misericordioso



As mais belas palavras entretecidas em forma de uma auréola de gratidão não expressam, realmente, a grandeza de que te revestes, anjo querido.

Sendo uma estrela luminífera, escondes a tua claridade no corpo físico, a fim de não ofuscares os caminhos que percorres, particularmente quando te tornas mãe.

O brilho, porém, da tua luminosidade exterioriza-se e clareia a noite densa do processo de crescimento daqueles que vêm aos teus braços, na condição de filhos, na ansiosa busca do progresso e da plenitude.

Os teus silêncios, nos momentos de testemunho, transformam--se em canções de inigualável beleza, dando sentido psicológico e harmonia à vida, porque te sacrificas em benefício daqueles que Deus te concedeu por empréstimo sublime para os conduzires ao Seu coração inefável.

O teu devotamento contínuo constitui a lição preciosa de perseverança de quem acredita na Vida e no triunfo do Bem Eterno, nunca desistindo de lutar e de doar-te.

A tua paciência gentil e a tua serena abnegação, mesmo nas horas difíceis, são poemas vivos de amor incomum, que terminam por transformar as estruturas morais humanas deficientes em resistência e vigor para os enfrentamentos da reencarnação.

A tua serenidade, quando tudo parece conspirar contra o êxito daqueles que educas, e a tua certeza de que o amor tudo pode, convertem- se na segurança que se faz indispensável para que a vitória seja alcançada.

As ingratidões dos filhos não te desanimam, as vicissitudes da existência não te desarmonizam, os embates do cotidiano não te enfraquecem, e prossegues a mesma, sofrida, às vezes, perseverando, porém, nos deveres a que te entregas com doação total.

Aprendeste a sorrir quando os teus filhos estão alegres e a chorar ante as suas preocupações e fracassos, nunca cedendo espaço ao desespero ou à revolta, quando eles não conseguem superar os impedimentos e tombam em momentâneos fracassos…

Nesses momentos, renovada em forças e revestida de coragem, ergue-os, dando-lhes as mãos generosas e direcionando-lhes os passos no rumo certo, a fim de que recomecem e se recuperem.

Estejas na opulência ou na pobreza total, a tua maternidade é sinal do poder de Deus que te consagrou como co-criadora, na condição de anjo do lar, a fim de que o mundo cresça e a vida humana alcance a meta para a qual foi organizada.

É certo que nem todos os filhos sabem compreender a tua grandeza, os teus sacrifícios e lutas, mas isso não te é importante.

Consideras antes que o teu é o dever de os amar em quaisquer situações em que se encontrem, educando-os sem cessar, amparando-os continuamente e emulando-os ao avanço com os seus próprios pés, mesmo quando tenham as pernas trôpegas e feridos os sentimentos.

Sabes que as melhores condecorações para exornarem os heróis são as cicatrizes internas que permanecem no coração e na alma do lutador após as refregas. Por isso mesmo, insistes e perseveras sem descanso, trabalhando com esses diamantes brutos que deves lapidar, a fim de que permitam o brilho da Estrela Polar – Jesus! – no recesso do ser.

...E se, por acaso, a desencarnação te arrebatar do corpo, impedindo-te continuar cuidando deles, permanecerás, no Além-túmulo, inspirando-os, acariciando-os e envolvendo-os em vigorosa proteção.

*

Doce mãezinha!

Quando as criaturas da Terra dedicam um dia ao teu amor, apenas um entre 364 outros, sinalizando que já estão despertando para o significado do teu apostolado, apesar das imposições mercadológicas que esperam lucros, nessa oportunidade, quando todos deveriam oferecer-te somente amor, desejamos homenagear-te, envolvendo-te em ternura e em gratidão, pela nobre tarefa que desempenhas e pelas bênçãos que a todos nos concedes.

Maria, a Mãe Santíssima da Humanidade, coroe-te de paz e de alegria, no teu e em todos os dias da tua existência, anjo misericordioso de todos nós!


Franco, Divaldo Pereira. Pelo Espírito Amélia Rodrigues.

sábado, 11 de maio de 2019

Qual a Visão Espírita da Maternidade?

Não existe uma única criatura no mundo que não haja experimentado o envolvimento de sua mãe. Qual a importância da mulher na vida? O que representa de fato a maternidade? O médium e orador espírita Raul Teixeira fala sobre a missão da maternidade no programa, “Vida e Valores”, da FEP – Federação Espírita do Paraná.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Qual a definição de Emmanuel sobre a vossa Luz?

Juliano Pozati analisa os aspectos científicos e espirituais da luz. Qual a definição de Emmanuel sobre a vossa luz? Qual é a essência do nosso corpo? O Universo é entrecortado por luz? O que Einstein diz sobre a luz? O encontro entre as definições de Emmanuel através da psicografia de Chico Xavier e as pesquisas científicas atuais sobre a presença da luz em nosso corpo é o tema do Programa Pensamento e Vida.

terça-feira, 7 de maio de 2019

O que é a Transição Planetária?

O nosso planeta passa por um processo de renovação espiritual. Vivemos um momento de transição planetária em que a Terra passará de provas e expiações para um mundo de regeneração. De que forma estão acontecendo essas mudanças? Como serão os Espíritos que farão parte desse novo momento? Essas e outras questões são abordadas e elucidadas no programa “Espiritismo em Ação” pela pedagoga Juliana de Queiroz, do Centro Espírita Bezerra de Menezes, de Goiânia.

domingo, 5 de maio de 2019

Aniversário do Manancial de Luz!

Amor, paz e gratidão são palavras que resume todo o contentamento que tenho em aprender com esse trabalho e estudo dedicado que desenvolvo e compartilho nesse espaço com vocês, durante esses onze anos de divulgação da doutrina espírita. O meu muito obrigado aos colaboradores, leitores e visitantes do “Manancial de Luz”, com as minhas mais sinceras e amorosas vibrações de paz, alegria e muita luz para todos!

Que Deus os abençoe!
Abraço fraterno!

Carlos Pereira – Manancial de Luz

Efemérides Espíritas: Nascimento de Divaldo Franco

Os nossos votos de saúde, paz e felicidades à Divaldo Pereira Franco pela data natalícia.

Abraço fraterno!

Carlos Pereira – Manancial de Luz

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Por que surgiu o livro O Evangelho Segundo o Espiritismo?

Em 1864, Allan Kardec publica O Evangelho Segundo o Espiritismo, em meio a um contexto bastante complexo de conflitos políticos que as pessoas viviam um desencanto das religiões tradicionais. Por que surgiu o livro O Evangelho Segundo o Espiritismo? Confira agora em uma breve exposição no programa “Evangelho e Espiritismo em sua mais Simples Expressão”.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Especial do Mês

Nesse mês, o especial “O Espiritismo Responde” traz uma série de questões sobre temas doutrinários, dúvidas, curiosidades sendo abordados e esclarecidos à luz do espiritismo por alguns dos estudiosos e expoentes espíritas da atualidade.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Amor à Vida


Por Divaldo Pereira Franco

O mais precioso dom que existe é a existência humana. Embora a gravidade da hora com as suas terríveis malhas de violência, agressividade e tormentos de vária ordem, vale viver-se, tendo por meta a plenitude.

Não poucas pessoas pensam exclusivamente em si próprias, dominadas por asfixiante egotismo, na enganosa construção psicológica de que assim serão felizes, isto por haverem perdido o rumo do equilíbrio, da sabedoria, da razão. Quando se acreditam triunfantes, porém, descobrem-se mergulhadas no vazio existencial e logo mais tombam em graves transtornos psicológicos.

O sentido da vida resume-se na autoedificação pelo amor, mediante o esforço para viver-se, sob o amparo de pensamentos corretos, de palavras certas e de conduta saudável. Somente assim, as suas serão as lutas que lhe darão significado comportamental e estímulo para avanços legítimos na conquista do Self. As metas materiais, embora o seu sentido edificante, são fáceis de serem alcançadas, o que faculta a necessidade de contínuas programações.

Além disso, apresentam enfrentamentos tormentosos, quais sejam: a competitividade nem sempre realizada de forma digna, a submissão ao contexto no qual se vive, ora caracterizado pelo suborno, pela injúria, pela desconfiança, o medo da perda dos valores adquiridos ou das posições conseguidas, a inevitável insatisfação íntima que deflui do anseio de sempre mais possuir e mais brilhar...

A criatura humana é a medida das suas aspirações morais e espirituais que a projetam no rumo da iluminação. Parece uma ingenuidade aspirar-se por iluminação interior, paz no coração, quando pairam sobre quase todas as cabeças as espadas de Dâmocles prestes a decepá-las.

São, no entanto, as propostas ingênuas do amor, conforme preconizadas por Jesus Cristo, que proporcionam bem-estar, alegria de viver, trabalho no bem, fraternidade no seu mais amplo sentido. Assim viveu o inesquecível Poeta galileu, amando numa época hostil como a nossa. Podemos tentar?

sábado, 27 de abril de 2019

Envelhecer é a Poesia de Viver



Por Jorge Hessen

Conforme envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes. “Para o ignorante, a velhice é o inverno; para o sábio, é a estação de colheita”, diz o Talmude.

Tornar-se velho é o processo natural que pode ser atraente ou desfavorável. Sentimos constrangimento ao perceber a capacidade física diminuindo, no entanto a capacidade intelectual pode aumentar, assim como a experiência de vida.

Na velhice pode ocorrer relativa perda de memória, mas o aprendizado e raciocínio social melhoram, ou seja, na velhice há mais capacidade de navegar através das complexidades da vida na sociedade. Quando a libido, por exemplo, vai se esvanecendo o encanto de viver vai se alargando, não obstante a saúde física possa gerar queixas naqueles que não souberam ou não se prepararam para envelhecer.

Especialistas estão percebendo que a atitude mental tem um papel importante na decrepitude. Por isso, há pessoas que dizem se sentirem mais jovens do que realmente são. A perspectiva juvenil as torna mais ativas e mais longevas. Entretanto, por que existem pessoas desanimadas aos vinte anos, quando outros se sentem ativos aos oitenta? Em que tempo se deve colocar o limite entre a mocidade e a velhice? Feliz do velho que viveu a vida bem vivida e vive agora o esplendor da velhice com o espírito jovem, cheio de vida.

Se vivermos na disciplina do trabalho, com a ginástica na academia do pensamento digno, manteremos sempre saudáveis os músculos da juventude e velhice, quando conseguimos dominar o corpo físico e conservá-lo viril através dos anos. Assim sendo, não envelhecemos. Pelo contrário, o tempo o aprimora e aguça, dando-nos a juventude que se repete, cada vez mais bela e segura, em cada nova encarnação.

É completamente incoerente considerar a velhice como algo horrível, mortificante, degradante. Ora, por que avaliamos o transcurso do tempo declínio e não mudança? Lembremos que Jesus só se entregou à sua missão na idade madura, e Kardec só iniciou a codificação do espiritismo aos cinquenta anos de idade. Chico Xavier não se entregou a decrepitude e mesmo quando transportado nos ombros amigos serviu a todos os necessitados que por ele buscaram consolo até o final de seus dias aqui na Terra.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Viver com Maturidade


Por Waldenir Aparecido Cuin

“Cada um colherá aquilo que tiver semeado: quem semeia na carne, da carne colherá a corrupção; quem semeia no espírito, do espírito colherá a vida eterna.” (Paulo - Gálatas, 6,7.)

Toda criatura humana dotada de lucidez de raciocínio e pleno domínio da razão deseja ser feliz e viver em paz, no entanto, são poucas aquelas que conseguem seguir por caminhos de equilíbrio, maturidade e com a devida consciência dos reais valores que possam assegurar-lhes tão almejadas conquistas.

Por certo não basta apenas querer, é imprescindível saber como utilizar os recursos, mecanismos e dispositivos que a Providência Divina coloca à nossa disposição para que obtenhamos os resultados satisfatórios que esperamos.

Seguir pela vida ignorando ou não dando atenção às imprescindíveis e sábias lições de Jesus, por certo, será andar na contramão dos nossos anseios e buscas.

A felicidade e a paz têm como base a tranquilidade da nossa consciência, quando cumprimos fielmente os nossos deveres e obrigações como filhos de Deus, colocados dentro de um amplo contexto humanitário. Em suma, não conseguiremos ser felizes e nem vivermos pacificamente sozinhos.

Crianças, adolescentes e jovens existem em grande quantidade esperando por exemplos de dignidade e altivez dos adultos, para que possam traçar seus roteiros de vida, espelhados em comportamentos seguros e nobres, para que se tornem homens de bem. Dando a nossa contribuição estaremos plantando a paz.

Mães sofridas e pais desesperados deambulam, muitas vezes, sem rumo, ante as incertezas da vida e as dificuldades que enfrentam, para manterem seus lares estruturados no equilíbrio e na ordem. Socorrendo-os dentro das possibilidades que temos, por certo estaremos construindo a felicidade.

Com frequência encontramos idosos sem lar experimentando as agruras da velhice sem o afeto e a presença de familiares. Estendendo a mão na direção deles, buscando aliviar-lhes os padecimentos no crepúsculo da existência, estaremos edificando a paz.

Criaturas com doenças pertinazes são recolhidas, frequentemente, em leitos de dor, agonizando padecimentos de toda ordem. Utilizando as nossas possibilidades para ministrar-lhes algum tipo de alívio, estaremos semeando as bases da felicidade.

Desempregados seguem pela vida procurando por uma ocupação útil que lhes possibilitem ganhar o sustento com o suor de seus esforços. Ombreando-os com sensibilidade visando ajudá-los na obtenção de empregos, estaremos plantando a lavoura da paz.

O campo de trabalho é imenso e as oportunidades para prestarmos a nossa colaboração surgem, diariamente, em grande quantidade, incontestável que saibamos aproveitá-las, pois, nos assevera Paulo de Tarso que “cada um colherá aquilo que tiver semeado”. (Paulo-Gálatas, 6,7.)

As leis de Deus são de compensação: “pois é dando que se recebe” (Francisco de Assis). Assim, meditando sobre aquilo que estamos fazendo, sobre a forma como estamos aproveitando as oportunidades que a vida tem nos oferecido, poderemos saber, diante da lógica e da evidência da razão, se realmente seguimos na direção da paz e da felicidade que tanto almejamos.

Será preciso que nos conscientizemos de que tais conquistas não serão benesses que nos chegarão às mãos como dádivas caídas do “céu”, mas sim como conquistas obtidas a partir do nosso esforço em fazer os outros felizes e pacíficos.

A escolha é totalmente nossa; a mão que oferta uma flor fica perfumada, já a que remexe lixo se impregna de podridão. A flor do bem praticado em favor do próximo nos rende a paz e a felicidade; o lixo da indiferença e do descaso para com os irmãos do caminho nos afasta delas.

Reflitamos...
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